quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Aterro sanitário inaugurado nesta quinta em Conselheiro Josino

O novo aterro sanitário do município, instalado na antiga Fazenda Gaivota, 3 km após entrada de Conselheiro Josino, está previsto para ser inaugurado nesta quinta-feira (16). Após seis meses de obras de engenharia e estruturação do local e um investimento total de R$ 5 milhões, Campos passa a contar com um aterro  sanitário ideal que, inclusive, teve aprovada e expedida a licença ambiental pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão fiscalizador da legislação ambiental. O aterro está sendo viabilizado pela prefeitura, através da Secretaria de Serviços Públicos, e pela Vital Engenharia, responsável pela obra. Haverá no local uma placa de sinalização do novo aterro.

Dentro de um prazo estimado em 30 dias, o aterro começará o efetivo funcionamento, realizando as operações de recebimento e tratamento dos resíduos sólidos domésticos que serão depositados na primeira das cinco áreas a serem utilizadas ao longo dos próximos 30 anos. 

- A área global é de 950 mil metros quadrados, mas nós dividimos  por quadrantes e cada uma delas deverá ser utilizada por um período máximo de cinco a seis anos. Essa é a projeção dos técnicos e cada área cobre cerca de 30 mil metros - explica o secretário Zacarias Albuquerque.

Ele destaca que o início do funcionamento do novo aterro  provocará, simultaneamente, a desativação do atual vazadouro, que funciona como aterro controlado há cerca de sete anos, na Codim. “Na verdade, a prefeitura soluciona um antigo problema com essa questão e, melhor, de forma definitiva”, ressalta Zacarias, afirmando que o aterro está totalmente enquadrado nas especificações técnicas e padrões ambientais, sem possibilidade de risco de contaminação do lençol freático e do solo.

O trabalho diário será basicamente o mesmo do vazadouro atual. Todo o lixo recolhido nos bairros e distritos serão depositados no local, mas a diferença é que o terreno estará “blindado”, ou seja, não receberá diretamente nenhum detrito, devido ao trabalho de colocação de uma manta e uma cobertura de argila, que vão assegurar que não vazem chorume (líquido mal cheiroso dos alimentos orgânicos) e  gás (metano), liberados pelo lixo.



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