quinta-feira, 12 de maio de 2011

Governo do RJ pode chamar 4.378 professores

Estado vai abrir concurso para cadastro de reserva: inscrição vai até dia 16. Haverá ainda aumento para 1.203 docentes


 Secretaria Estadual de Educação anunciou ontem um pacote de medidas para tentar reduzir a carência de 3.741 profissionais em toda a rede. Uma das iniciativas mais esperadas é a contratação temporária de professores. A seleção será para cadastro de reserva, mas a secretaria tem autorização para chamar até 4.378 professores, de acordo com as necessidades que surgirem a partir desse ano. As inscrições ficam abertas até o dia 16 deste mês.

As vagas são para docentes que atuam nos anos finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação Profissional de Nível Médio. Segundo a secretaria, as disciplinas com maior déficit são Matemática, Física, Filosofia, Sociologia, Artes e Química. Também serão direcionadas contratações para cidades e regiões onde não há candidatos remanescentes de concursos que estão em vigor, mas ainda não convocaram. Zona Oeste, Nova Iguaçu, Japeri e Queimados são as regiões que mais sofrem com a falta de professores.

No processo seletivo, sairá na frente o candidato que tiver títulos e comprovar regência de turma em escolas estaduais, municipais e federais de outro estado, ou mesmo em particulares. As inscrições só podem ser feitas pela Internet, no site www.educacao.rj.gov.br. Os candidatos selecionados serão chamados por correspondência. A secretaria tira dúvidas pelos tels. (212333-0682 begin_of_the_skype_highlighting            212333-0682      end_of_the_skype_highlighting e 2333-0693.


Promoções

Outra novidade é a promoção de 1.203 professores, beneficiando docentes II, com formação para atuar no 1º segmento do Ensino Fundamental , e docentes I, que têm mestrado, doutorado ou pós-graduação. O investimento nessas promoções será de R$ 4,1 milhões e o aumento atingirá 12% do vencimento do professor, de acordo com a referência em que ele se encontra.

O aproveitamento de 22 mil docentes II do estado no segundo segmento (6º ao 9º ano), desde que obtenham diploma de curso superior, também será implementado. A medida se justifica pela municipalização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, que fez esses profissionais ficarem sem função dentro da rede.

O Dia

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