segunda-feira, 9 de abril de 2012

Projeto do Porto Central, em Presidente Kennedy, será apresentado nesta segunda

As obras começam em 2013 e a primeira fase do projeto entra em operação em 2015

Presidente Kennedy - Praia do Maroba, vista aérea - Editoria: Economia AG - Foto: Gildo Loyola
Vista aérea do litoral de Presidente Kennedy, na Praia do Maroba 
O projeto do Porto Central, que será instalado em Presidente Kennedy, sul do Estado, será apresentado nesta segunda-feira (09) ao governador Renato Casagrande (PSB) pela empresa TPK (Terminal Portuário de Kennedy) e o Porto de Roterdã. Um memorando entre as partes será assinado. As obras começam em 2013 e a primeira fase do projeto entra em operação em 2015.
Trata-se de um porto-indústria nos moldes do vizinho Superporto do Açu, de Eike Batista, em São João da Barra (RJ), há 60 quilômetros de Kennedy. Com uma retroárea perto dos 10 milhões de metros quadrados, os investidores do Porto Central darão toda infraestrutura, inclusive o terminal portuário, sem limitação de profundidade, é bom que se destaque, para que indústrias e empresas de comércio exterior instalem-se na retroárea. 
Os investidores esperam uma grande procura por parte da indústria de petróleo e gás, de siderúrgicas, rochas ornamentais e mineradoras. Não está descartada uma parceria com a Ferrous, mineradora que pretende construir um porto, também em Presidente Kennedy, para escoar sua produção. 
Não por acaso o porto que será construído em Presidente Kennedy será batizado de Central. A posição geográfica do complexo, de frente para o pré-sal, perto dos grandes centros produtores do Brasil e com meio caminho andado para Europa e Estados Unidos, é vista como o grande trunfo do projeto. Exatamente por esse motivo ele vem despertando o interesse de grandes investidores estrangeiros, principalmente os europeus.

Os holandeses do Porto de Roterdã, maior da Europa e terceiro maior do mundo, estão auxiliando no empreendimento e querem entrar na sociedade. Os executivos que trabalham no projeto do Porto Central afirmam que os holandeses, com vasta expertise no negócio, há algum tempo estudavam uma alternativa no Brasil. 
(Com informações de Abdo Filho)

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