sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Rio 2016! a Olimpíada é nossa!



Para os amantes da Língua Portuguesa.

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade
Federal de Pernambuco - (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.


Vale a pena ler o texto, enviado pelo colaborador Alex Soares.

REDAÇÃO

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.

Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.

Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.

Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.

Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.

É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.

Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.

Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício.

O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.

Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

Dica de Saúde no Blog!

Vínculo institucional:
NETEC - Núcleo de Estudos em Tecnologia, Educação e Cultura
PPGSP - Programa de Pós Graduação em Sociologia Política
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina
*Médico naturalista ensina:*


Um médico naturalista ficou muito triste porque participou de um congresso e, embora comprovados os resultados dos tratamentos por ele apresentados,os mesmos não eram divulgados, como ele disse:

'NÃO DÁ IBOPE'' é de graça... então não vende remédios... logo...
Para diminuir sua frustração ele ensina a fazer esses simples exercícios que fizeram parte de sua apresentação no congresso:

1º. - **Evita problemas cardíacos - *Antes do banho, exercitar a panturrilha (levantar o corpo na ponta dos pés) , primeiro rápido até esquentar as panturilhas e depois uma sequência de 10 Movimentos lentos. Pronto. Esse exercício bombeia o sangue para o coração, melhora os batimentos cardíacos e evita obstrução das veias. Nos primeiros 6 meses, se a pessoa estiver com excesso de peso, ela emagrece da cintura para baixo e nos 6 meses seguintes, da cintura para cima; depois de 2 anos, não engorda mais e, alem de tudo, diminui o risco de uma cirurgia cardíaca que custa em média, hoje em dia, R$38.000,00 e de um modo geral, os planos de saúde nem sempre pagam.


*2º. - **Melhora o problema de micro varizes - *Ao chegar em casa, coloque os seus pés em uma bacia com água bem quente (*o famoso escalda pés) alem de relaxar, esse processo desencadeia a dilatação dos vasos sanguíneos dos pés , melhora o cabelo e melhora, inclusive, a visão. Esse processo foi pesquisado com pessoas diabéticas e o resultado evidenciou a melhora na circulação sanguínea, diminuindo os casos de gangrena, o quadro geral de saúde dos pesquisados melhorou e, como um fato relevante, a melhora da visão.


* 3º*.- *Evita o encurvamento da coluna - *Ao acordar, deitado de barriga para cima pedalar 120 vezes no ar. Esse exercício melhora o posicionamento da coluna e da postura, diminuindo ou retardando o
encurvamento das costa e aliviando as dores nas costas.


*4º. - **Baixando a pressão arterial - *Ao perceber que a pressão subiu, coloque as pernas dentro de um balde com água muito gelada até os joelhos. Permaneça nesta imersão por 20 min. Este processo fará com que o organismo, na busca de aquecer os membros inferiores, faça com que o acúmulo de sangue na cabeça desça, baixando a pressão.

Notícia diferente do tricolor: Fluminense encerra jejum, goleia e avança às quartas da Sul-americana.


O Fluminense garantiu sua passagem para as quartas de final da Copa Sul-americana ao golear o Alianza Atlético do Peru por 4 a 1, em partida disputada na noite desta quinta-feira (1), no Maracanã. Agora o Tricolor vai enfrentar o Universidad do Chile, que despachou o Internacional de Porto Alegre.


Há sete meses a equipe das Laranjeiras não vencia dois jogos seguidos. E a vitória tricolor acabou facilitada pelo comportamento da equipe peruana, que abusou da violência e acabou o jogo com apenas oito jogadores.

O Fluminense volta a jogar neste domingo (4), pelo Campeonato Brasileiro, contra o Flamengo no Maracanã.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Veja o vídeo da Campanha Rio - 2016

Cancelamento do ENEM

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse na manhã desta quinta-feira (1) ao Bom Dia Brasil, da TV Globo, que será feita uma investigação para saber em que momento da impressão da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aconteceu o vazamento. O teste foi cancelado na madrugada desta quinta.

“Este exemplar da prova está comprometido. A equipe técnica constatou que o material correspondia a alguns itens da prova. Será feita uma investigação para identificar em que momento da impressão da prova um exemplar foi furtado. É a primeira vez que [isso] aconteceu em uma prova do Enem”, afirmou. “Nós vamos ter que fazer junto ao consórcio [que aplica o exame] uma investigação para chegar aos responsáveis e prendê-los. Isso não pode acontecer, em virtude da vigilância severa.”

"Nobinho" e "Seu Orlando" são homenageados em faixadas da Sede da AMPRAPASE

Clique na imagem para melhor visualização.

A questão é a seguinte: cada vez mais temos visto por aí obras públicas, como praças, teatros, pontes e etc., recebendo nomes de pessoas que estão vivas. No caso específico da Associação, o homenageado desta vez foi uma das figuras mais atuantes que a comunidade de Santo Eduardo têm. Digo isso, baseado no que vemos todos os dias, tanto nas atribuições da Igreja Católica, como também nas atividades que a Associação promove durante todo o ano, principalmente na divulgação e apoio nos forrós da Terceira Idade.
Não podemos esquecer, que para homenagear uma pessoa que esteja viva, dentro de uma localidade como a nossa, essa pessoa teria que ser a mais "neutra" possível, que tivesse uma postura diferenciada. Nobinho, ao meu ver, representa a" pureza ideal" para receber tal homenagem, por ser especial.

Ontem à noite, fiz questão de parar em frente ao prédio e tirar uma foto da faixada com os nomes dos homenageados, e acrescentar ao assunto da mesma a figura viva de Arnóbio Flamarion Ribeiro da Fonceca. O outro homenageado, o irmão de Jocélia e "Dona Zuleika", o senhor Orlando de Souza Nogueira, infelizmente não está mais entre nós, mas com esta lembrança , fará jus a uma das mais verídicas constatações que temos - que a única coisa que fica, que nunca morre é o nosso nome.


Teste

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