quarta-feira, 15 de julho de 2009
Hidrelétrica Pedra do Garrafão não foi inaugurada por Cabral
terça-feira, 14 de julho de 2009
Governador inaugura hidrelétricas e Rosinha fica de fora?

Acabei de saber lendo o site da Neoenergia que foram inauguradas as hidrelétricas de Pirapetinga e a nossa, digo, a que faz parte de Santo Eduardo e obviamente de Campos, a Pedra do Garrafão, e não fomos sequer informados.
O pior de tudo, parece que nem a prefeita de Campos também.
Aliás, o que realmente é pior?
As brigas políticas ou o desprezo com a nossa comunidade que nem informada dessa inauguração foi previamente?
A dúvida: será que foi inaugurada mesmo ou é um erro de informação do site?
Leiam a matéria na íntegra abaixo:
GRUPO NEOENERGIA INAUGURA PCHs PIRAPETINGA E PEDRA DO GARRAFÃO
O Grupo Neoenergia, por meio da sua empresa controlada Rio PCH I, inaugura nesta sexta-feira, dia 10/07, as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Pirapetinga e Pedra do Garrafão, construídas no Rio Itabapoana, na divisa dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. As duas usinas têm potência instalada total de 39 megawatts (MW) e energia assegurada de 25,14 MW - suficiente para abastecer uma cidade de 100.000 habitantes - que será fornecida aos consumidores por meio do Sistema Elétrico Interligado Nacional.
A construção das PCHs foi iniciada em outubro de 2007, com investimento total de aproximadamente R$ 200 milhões, dos quais R$ 121,10 milhões financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os recursos foram alocados na construção das usinas, respectivas subestações e linhas de transmissão.
As obras foram realizadas por um consórcio de empresas liderado pela construtora Norberto Odebrecth e no pico das atividades geraram até 1.000 empregos temporários, diretos e indiretos, contratados prioritariamente nos municípios próximos.
Além do estímulo à atividade econômica do Estado do Rio de Janeiro, que é a sede dos empreendimentos, a construção das PCHs também estimulará a atividade cultural e turística da região, pois incluirá um projeto de restauração do Parque Histórico-Arqueológico Vila da Rainha, um dos primeiros povoados do País, construído por volta de 1536 e descoberto durante as obras da PCH Pedra do Garrafão pelos trabalhos de arqueologia.
As PCHs do Grupo Neoenergia são equipadas com turbinas do tipo Francis. A PCH Pedra do Garrafão, localizada entre os municípios de Campos dos Goytacazes (RJ) e Mimoso do Sul (ES), tem capacidade instalada de geração de 19 MW e energia assegurada de 12,15 MW médios. A usina será conectada à rede da distribuidora Escelsa, do Espírito Santo, por uma linha de transmissão de 17 quilômetros.
A PCH Pirapetinga, localizada na divisa dos municípios de Bom Jesus de Itabapoana (RJ) e São José do Calçado (ES), tem capacidade instalada de 20 MW e energia assegurada de 12,99 MW médios. A usina será conectada à rede da distribuidora de energia Ampla, do Rio de Janeiro, por uma linha de transmissão de aproximadamente 21 quilômetros.
Além das obras de engenharia, a construção das PCHs mobilizou uma equipe multidisciplinar formada por especialistas para o trabalho de licenciamento ambiental dos projetos. Como estão localizadas na divisa de dois estados brasileiros, as obras foram licenciadas no âmbito do Governo Federal pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. As licenças ambientais das linhas de transmissão e subestações das usinas foram concedidas pelas autoridades ambientais dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, segundo a localização de cada projeto.
Já no blog Jornal Reporter Online a publicação foi mais detalhada e divulga inclusive falas de Sérgio Cabral sobre a Vila da Rainha, entre outros detalhes que aconteceram no dia da suposta inauguração
Leiam a reportagem do Blog clicando aqui
Informações atualizadas sobre o afogamento em lago da Usina Santa Maria
Não haverá velório, pelo menos na Usina.
Idosa morre afogada em lago da Usina Santa Maria
R$ 13 milhões em bolsas para 2.547 universitários

O vice-Prefeito, Dr Chicão, e a secretária de Educação, Auxiliadora Freitas, receberam os representantes legais de oito instituições particulares de ensino superior do município nesta segunda-feira (13), para assinatura de convênio que concede bolsas de estudo a 2.547 universitários da cidade. Dr Chicão representou a prefeita, que está a caminho de Brasília, para a Marcha dos Prefeitos, nesta terça-feira (14). O ato aconteceu no auditório do Centro Administrativo José Alves de Azevedo (Cesec), sede da prefeitura.
O convênio diz respeito a um termo de contribuição, que beneficiará os estudantes contemplados pelo Programa de Bolsas de Estudo da Prefeitura, oferecendo desconto de 70% do valor integral das mensalidades. Ao todo serão repassadas às instituições mais de R$ 13 milhões durante o ano letivo de 2009.
A primeira parcela, retroativa aos meses de janeiro a junho, será depositada no prazo de dez dias, após celebração do contrato. As demais serão pagas até o dia 30 de cada mês. Os contratos terão vigência até dezembro de 2009.
Segundo o vice-prefeito, o ato representa a integração entre o poder público e as faculdades, em postura transparente. "Nosso governo agiu de forma criteriosa e transparente para que todos os universitários que realmente precisam tenham a oportunidade de se capacitarem", explicou Dr Chicão, lembrando que em 2008 havia 4.129 bolsistas cadastrados no programa. No entanto, apenas 3.090 alunos efetuaram o recadastramento em fevereiro deste ano.
Segundo Auxiliadora Freitas, todo o processo anterior à publicação da Lei nº 8.080 (de 4 de maio de 2009, que instituiu o Programa de Bolsas de estudo do ensino Superior e de Pós-graduação no município de Campos) e da relação dos alunos contemplados, foi necessário para que os universitários tivessem confiança no programa, tendo a garantia de que a lei fosse criada, com critérios impessoais, promovendo, assim, a justiça social.
Lei - A legalização do programa aconteceu a partir de relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE), enviado para a Secretaria de Educação, com base em inspeção especial feita no Programa de Bolsas, no qual foram encontradas irregularidades já apuradas. O relatório pode ser acessado no site do TCE, através do processo de nº 23926479/08. "Fizemos o recadastramento, a auditoria, criamos a lei e demos publicidade a todas essas fases. Além disso, demos oportunidade para que os não contemplados pudessem recorrer, apresentando suas justificativas. Tudo isso para que nossos estudantes tenham credibilidade no governo da Prefeita Rosinha", explicou Auxiliadora.
A secretária acrescentou que, além disso, a Procuradoria Geral do Município realizou auditoria na documentação das instituições antes da assinatura dos convênios, em razão de haver instituições com pendências jurídico-fiscais.
Para o presidente da Federação dos Estudantes Universitários de Campos (FEUC), João Paulo Soares Paes, o ato marcou o cumprimento de um compromisso feito pela prefeita em manter a concessão de bolsas de estudo. "Hoje é um marco para as novas relações entre as universidades e o poder público. A gente viu erros no programa de bolsas em governos anteriores e sempre foi contra", disse João Paulo.
Depoimentos - Na opinião da diretora da Faculdade de Filosofia de Campos, Regina Sardinha, a assinatura dos convênios resolve os problemas dos alunos e das faculdades. "Esperamos este momento com ansiedade, atendendo as expectativas dos alunos e funcionários", disse.
O diretor da Faculdade de Odontologia de Campos (FOC), Eduardo Amaral, se mostrou a favor do critério da contrapartida que os alunos deverão oferecer ao município. "É o melhor que pode acontecer", acrescentou.
O diretor da Universidade Salgado Oliveira (Universo), Anderson Souza Oliveira, tem a mesma opinião: "A contrapartida fortalece o programa e mostra a seriedade do mesmo. É muito bom para os alunos que eles sejam ouvidos como é a proposta deste governo", opinou.
Esta também é a opinião do diretor da Universidade Candido Mendes, Luiz Eduardo de Oliveira Souza. "O aluno vai valorizar mais a bolsa concedida e isso permitirá que ele saia do assistencialismo, o que torna o programa mais digno", pontuou.
O diretor da Faculdade de Medicina de Campos (FMC), Nélio Artiles também falou sobre o assinatura do convênio: "Fomos convidados para participar das discussões também para os próximos anos. Estou percebendo que agora o programa está transparente e as medidas tomadas são as melhores para esse momento", afirmou.
A representante legal da Faculdade Estácio de Sá, Any Paes Gomes de Oliveira, agradeceu a sensibilidade da Prefeita Rosinha em legalizar o programa. "Foi necessário tomar várias medidas para organizar o governo neste início de ano, mas como campista estou feliz porque ela não deixou de dar atenção a questão dos universitários, mostrando que realmente tem a Educação como prioridade", disse.
A diretora do Instituto Superior de Ensino (Isecensa), Irmã Suraya Chaloub, falou da importância dos critérios criados para nova lei que regulamente o programa. "É impossível atender aos alunos sem critérios. Julgo excelente a secretaria ter ouvido os alunos, pois eles são os maiores beneficiados", finalizou.
Valores - A FMC receberá parcelas mensais de R$ 98,561,67, somando um valor global de R$ 1.182,740,04. A Candido Mendes receberá em todo o ano de 2009 o valor global de R$ 1.045.373,16, com parcelas mensais de R$ 87.114,43. À Sociedade de Ensino Superior Estácio de Sá será repassado o valor global de R$ 2.413.806,96. A instituição receberá mensalmente R$ 201.150,58. Ao Isecensa será repassado o valor global de R$ 2.664.235,92, cuja verba beneficiará 547 alunos recadastrados. A quantia representa R$ 222.019,66 mensais. A Universo vai receber R$ 1.748.241,36, correspondente a 12 parcelas do ano letivo de 2009. A FAFIC, FOC e Faculdade de Direito de Campos (FDC), que compõem o Centro Universitário Fluminense, receberão ao todo R$ 4.383.278,04.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Noite de Domingo frustrada em Santa Maria
Centenas de pessoas de várias localidades vieram para Santa Maria nesta noite de Domingo para assistir a apresentação do grupo de Forró Camisa Suada, conforme previamente havia sido anunciado num carro de propaganda que percorreu a região e divulgadas chamadas também numa rádio de Campos.
Prefeitura de Campos terá escritório de representação no Rio
A Prefeitura de Campos vai ter um escritório de representação na capital do estado. A iniciativa é da Prefeita Rosinha Garotinho, que decidiu buscar um endereço estratégico no Centro do Rio de Janeiro, a fim de um local para despachar e facilitar encontros e reuniões de trabalho com autoridades do estado, de órgãos do governo federal e representantes de empresas interessadas em conhecer as potencialidades de Campos e apresentar projetos de plantas industriais para o município. O endereço do Escritório da Representação da Prefeitura de Campos é avenida Almirante Barroso, número 64, 2717, Centro.
A prefeita fez o anúncio durante mais uma visita ao Parque de Exposições Agropecuária da Fundação Rural de Campos, que realiza a 50ª edição da Espoagro, que teve início em 2 de julho e termina hoje (domingo, 12).
Rosinha explica que a instalação do Escritório de Representação de Campos na cidade do Rio de Janeiro é importante para agilizar procedimentos administrativos entre a prefeitura e os muitos órgãos do governo estadual e federal.
- Por muitas vezes alguns procedimentos deixam de ser agilizados, porque não tenho um local na capital onde eu possa despachar. Eu buscava e encontrei uma sala apropriada para despachar com autoridades e receber pessoas para reunião de trabalho. Temos realizado um trabalho no sentido de atrair para Campos empresários empreendedores, interessados em expandir suas empresas. A partir da inauguração deste escritório poderemos promover reuniões entre investidores e nossa equipe econômica e, assim, agilizar a aproximação - anuncia a prefeita.
Rosinha revela que existem muitos executivos que têm dificuldades de agenda para vir ao interior e que o Escritório de Representação da Prefeitura na capital anulará a distância. "Existe dificuldades para que autoridades e empresários se desloquem do Rio para o interior, mas se temos um escritório oficial para recebê-los na cidade onde eles estão, tudo fica mais fácil. Situação semelhante ocorre com gestores do governo federal que, muitas vezes, demoram vir a Campos para debater, por exemplo, assuntos com vistas à celebração de um convênio. Mas, a partir do momento em que a Prefeitura tem um local de reprsentação lá no Rio, estes encontros de trabalho ficam mais facilitados", explica Rosinha.
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