Mesmo sendo pura fantasia ou ilusão, nós santoeduardenses poderíamos dizer que somos meio "súditos" dos príncipes se casaram hoje em Londres.
Calma, vou explicar: para quem não sabe, ou nunca ouviu falar, Eduardo, O Confessor, rei da Inglaterra no ano 1042 da era Cristã, foi quem mandou construir essa igreja onde foi realizado hoje o casamento do príncipe William e Kate Middleton e também onde seu corpo foi sepultado. Ou seja, mesmo o nosso povo não tendo nenhuma descendência britânica, pois não fomos colonizados por nenhum inglês, poderíamos, pelo menos, fazer como muitos países fazem, termos uma ligação emocional com a realeza, ou com o melhor que ela transmite,
porque um pouco de nobreza nunca fez e nunca fará mal a ninguém, não é mesmo? (risos...)
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Santo Eduardo, O Confessor. |
Agora falando sério: para quem não sabe, Eduardo, era um nobre caridoso, humilde, gentil, e principalmente visionário, pois fez previsões para o seu povo que mais tarde viriam a se tornar realidade. Eduardo, chamou a atenção para a maldade do povo inglês daquela época e que eles seriam vítimas do seu próprio ódio. Promessa cumprida anos após, com vários episódios de fome, pragas, guerras e etc.
O isso tem a ver com a gente, você pode estar se perguntando?
Temos muitos que deveriam estar fazendo o bem por aqui, que se dizem do bem, e não fazem nada para o nosso povo, que nos maltratam, nos ignoram, e nos humilham com o seu descaso e desprezo.
Por que será? Será que eles não tem medo da poderosa mão de Deus?
Outra curiosidade:
Numa visita à Abadia de Westminster, o Papa Bento VXI disse a seguinte frase sobre a essência de Eduardo que serveria para muitos refletirem:
Santo Eduardo, o Confessor", foi um rei que continua ser "um modelo de testemunho cristão e um exemplo daquela verdadeira grandeza para a qual o Senhor nas Escrituras chama os seus discípulos".
O Papa manifestou, também nessa visita, a sua preocupação pelo fato de o Cristianismo estar sendo marginalizado inclusive "em nações que atribuem um grande valor à tolerância" - caso do Reino Unido -, chegando-se a ponto de considerar que "os cristãos que desempenham funções públicas deveriam, em determinados casos, agir contra a própria consciência". Tendo em vista essa situação, o Santo Padre convidou seus ouvintes a procurarem modos de promover e encorajar o diálogo entre a fé e razão, em todos os níveis da vida.
Vou repetir então a sugestão: um pouco de nobreza não fez e nunca fará mal a ninguém.
Reflitam então, lideranças políticas, que se dizem religiosas.
Onde estão os exemplos de caridade e retidão para com o nosso povo?
Pensem nisso.