domingo, 4 de abril de 2010

Católicos de Santo Eduardo celebram o Domingo de Páscoa.



O Domingo de Páscoa para os católicos também foi cheio de demonstrações de fé, e mais uma vez a igreja de Santo Eduardo ficou lotada de fiéis para a celebração da missa matinal.

Para quem não sabe, a Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra "páscoa" – do hebreu "peschad", em grego "paskha" e latim "pache" – significa "passagem".

No fim da missa, o padre distribuiu uma lembrança e cumprimentou os fiés na porta da igreja.

6 comentários:

Anônimo disse...

Por causa da "passagem" dos hebreus pelo mar. Moisés é o cara.

Sandro disse...

Embora que, como em muitas coisas na igreja católica a pascoa não consta em momento algum na Biblia.
Assim como purgatório.
Assunção de maria
etc....etc..etc...

FREDERICO disse...

Referencias bílicas sobra a Páscoa:

(Êxodo 12,11)

Eis a maneira como o comereis: tereis cingidos os vossos rins, vossas sandálias nos pés e vosso cajado na mão. Comê-lo-eis apressadamente: é a Páscoa do Senhor.

|[Leia o capítulo]
(Êxodo 12,21)

Moisés convocou todos os anciãos de Israel e disse-lhes: “Ide e escolhei um cordeiro por família, e imolai a Páscoa.

|[Leia o capítulo]
(Êxodo 12,27)

é o sacrifício da Páscoa, em honra do Senhor que, ferindo os egípcios, passou por cima das casas dos israelitas no Egito e preservou nossas casas.” O povo inclinou-se e prostrou-se.

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(Êxodo 12,43)

O Senhor disse a Moisés e a Aarão: “Eis a regra relativa à Páscoa: nenhum estrangeiro comerá dela;

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(Êxodo 12,47)

Toda a assembléia de Israel celebrará a Páscoa.

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(Êxodo 12,48)

Se um estrangeiro, habitando em tua casa, quiser celebrar a Páscoa em honra do Senhor, que primeiro seja circuncidado todo varão de sua casa e somente depois poderá fazê-lo e será tratado com a mesma igualdade que o natural do país; mas nenhum incircunciso comerá a Páscoa.

|[Leia o capítulo]
(Êxodo 34,25)

Quando sacrificares uma vítima, não oferecerás o seu sangue com pão fermentado. O animal sacrificado para a festa de Páscoa não será conservado até o dia seguinte.

|[Leia o capítulo]
(Levítico 23,5)

No primeiro mês, no décimo quarto dia do mês, entre as duas tardes, será a Páscoa do Senhor.

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(Números 9,2)

Disse-lhe: “Celebrem os israelitas a Páscoa no tempo fixado.

|[Leia o capítulo]
(Números 9,4)

Moisés mandou que os israelitas celebrassem a Páscoa.

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(Números 9,6)

Ora, alguns homens, não podendo fazer a Páscoa naquele dia, pois se tinham manchado tocando num cadáver, apresentaram-se a Moisés e Aarão naquele dia,

|[Leia o capítulo]
(Números 9,10)

“Dize aos israelitas o seguinte: se um de vós ou de vossos descendentes estiver impuro por haver tocado num morto, ou se achar em viagem longe de vós, não deixará de celebrar a Páscoa em honra do Senhor

FREDERICO disse...

LENILSON , MUITO OBRIGADO POR DIVULGAR NOSSAS COMEMORAÇÕES!
VC JÁ FAZ PARTE DE NOSSA FAMÍLIA CATÓLICA!
UM GRANDE ABRAÇO SEU AMIGO E IRMÃO EM CRISTO JESUS!
FRED

FREDERICO disse...

Explicação sobre o Purgatório:
Desde os primórdios a Igreja, assistida pelo Espírito Santo (cf. Mt 28,20; Jo 14,15.25; 16,12´13), acredita na purificação das almas após a morte, e chama este estado, não lugar, de Purgatório. Ao nos ensinar sobre esta matéria, diz o nosso Catecismo: "Aqueles que morrem na graça e na amizade de Deus, mas imperfeitamente purificados, estão certos da sua salvação eterna, todavia sofrem uma purificação após a morte, afim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu" (CIC, §1030). Logo, as almas do Purgatório "estão certas da sua salvação eterna", e isto lhes dá grande paz e alegria. Falando sobre isso, disse o Papa João Paulo II: "Mesmo que a alma tenha de sujeitar´se, naquela passagem para o Céu, à purificação das últimas escórias, mediante o Purgatório, ela já está cheia de luz, de certeza, de alegria, porque sabe que pertence para sempre ao seu Deus."(Alocução de 03 de julho de 1991; LR n. 27 de 07/7/91) O Catecismo da Igreja ensina que: "A Igreja chama de purgatório esta purificação final dos eleitos, purificação esta que é totalmente diversa da punição dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao Purgatório principalmente nos Concílios de Florença (1438´1445) e de Trento (1545´1563)" (§ 1031). "Este ensinamento baseia´se também sobre a prática da oração pelos defundos de que já fala a Escritura Sagrada: 'Eis porque Judas Macabeus mandou oferecer este sacrifício expiatório em prol dos mortos, a fim de que fossem purificados de seu pecado' (2 Mac 12,46). Desde os primeiros tempos a Igreja honrou a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios em favor dos mesmos, particularmente o sacrifício eucarístico, a fim de que, purificados, possam chegar à visão beatífica de Deus. A Igreja recomenda também as esmolas, as indulgências e as obras de penitência em favor dos defuntos"(§1032). Devemos notar que o ensinamento sobre o Purgatório tem raízes já na crença dos próprios judeus, cerca de 200 anos antes de Cristo, quando ocorreu o episódio de Judas Macabeus. Narra´se aí que alguns soldados judeus foram encontrados mortos num campo de batalha, tendo debaixo de suas roupas alguns objetos consagrados aos ídolos, o que era proibido pela Lei de Moisés. Então Judas Macabeus mandou fazer uma coleta para que fosse oferecido em Jerusalém um sacrifício pelos pecados desses soldados. O autor sagrado, inspirado pelo Espírito Santo, louva a ação de Judas: "Se ele não esperasse que os mortos que haviam sucumbido iriam ressuscitar, seria supérfluo e tolo rezar pelos mortos. Mas, se considerasse que uma belíssima recompensa está reservada para os que adormeceram piedosamente, então era santo e piedoso o seu modo de pensar. Eis porque ele mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, afim de que fossem absolvidos do seu pecado". (2 Mac 12,44s) Neste caso, vemos pessoas que morreram na amizade de Deus, mas com uma incoerência, que não foi a negação da fé, já que estavam combatendo no exército do povo de Deus contra os inimigos da fé. Todo homem foi criado para participar da felicidade plena de Deus (cf. CIC, §1), e gozar de sua visão face´a´face. Mas, como Deus é "Três vezes Santo", como disse o Papa Paulo VI, e como viu o profeta Isaías (Is 6,8), não pode entrar em comunhão perfeita com Ele quem ainda tem resquícios de pecado na alma. A Carta aos Hebreus diz que: "sem a santidade ninguém pode ver a Deus" (Hb 12, 14). Então, a misericórdia de Deus dá´nos a oportunidade de purificação mesmo após a morte. Entenda, então, que o Purgatório, longe de ser castigo de Deus, é graça da sua misericórdia paterna.

FREDERICO disse...

ASSUNÇÃO DE MARIA:
A Assunção de Maria ao Céu
A cristandade acreditou na Assunção da Virgem Maria logo desde os primeiros séculos da sua história e, assim, a tradição da festa oficial da Assunção remonta provavelmente já ao século VI.



Como Mons Michel Dubost (bispo de França) diz no seu livro "Marie" (ed. Mame, Paris 2002): "A festa da Assunção nasceu em Jerusalém, mas é difícil saber em que época. A origem da festa talvez venha da consagração de uma igreja a Maria pelo bispo Juvenal (422-458), em Kathisma (suposta etapa da Virgem entre Nazaré e Belém). É mais provável que tenha como origem a consagração de outra igreja em Gethsemani, ao lado de Jerusalém, no século VI. Seja como for, a festa foi alargada a todo o Império pelo imperador Maurício (582-602) sob o nome de Dormição da Virgem Maria. A festa foi sempre celebrada no dia 15 de Agosto. Como o ano litúrgico dos Orientais começa no 1º de Setembro, ele inicia-se verdadeiramente com a Natividade da Virgem e termina com a sua entrada na glória a 15 de Agosto. Mas será apenas nos meados do século XX que a Assunção da Virgem Maria virá a ser proclamada "dogma da Igreja", em 1950, pelo papa Pio XII :

"Por fim a Virgem imaculada, preservada por Deus de toda a mancha do pecado original, tendo concluído o curso da sua vida terrestre, foi elevada à glória do céu em corpo e alma, e exaltada pelo Senhor como Rainha do universo, para assim ser mais inteiramente conforme ao seu Filho, Senhor dos senhores, vencedor do pecado e da morte" (LG 59).
A Assunção da Virgem Santa é uma participação singular na Ressurreição de seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos
Na bíblia n vamos realemente achar referencias sobre a subida de Maria aos céus..pq a Bíblia tem como foco somente o Salvador de nossas almas JESUS CRISTO!´Mas na lógica Cristã, que vem passando por séculos e séculos cremos que Maria antecipa o que nos precede na segunda vola de Cristo a terra, pois ele disse que subiremos ao encontro do Senhor nos ares I Tessalonicesses cap 4. 13-18;
DEUS ABENÇÕE A TODOS!

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